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Nintendo Switch: a casa dos Metroidvanias

Vocês já pararam pra pensar na variedade de Metroidvanias Presentes no Switch? Não? Confira o nosso texto, então!
Wendel Barbosa 23/02/2022
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Professor de História e entusiasta de joguinhos eletrônicos desde 1984.
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A palavra – amada por uns e odiada por outros – que dá nome ao subgênero, surgiu no início dos anos 2000 para se referir a jogos de plataforma 2D com elementos de RPG e busca incessante por itens, com uma exploração livre pelos cenários, não só horizontal quanto vertical. 

Os “pais” dos Metroidvanias, no entanto, surgiram em um momento anterior à construção do próprio termo, ainda nos anos 90. Super Metroid e Castlevania: Symphony of the Night foram os grandes precursores de uma verdadeira revolução no gênero de plataforma. Digo isso porque os olhares dos desenvolvedores, diante das demandas do mercado, passaram a focar em jogos tridimensionais. Nesse sentido, quando a Konami trouxe SotN, em 1997, por exemplo, jogos como Super Mario 64 e Crash Bandicoot, já haviam se consolidado. 

Se mantendo e se reinventando

Os pais do subgênero
Os pais do subgênero

Convenhamos que mostrar relevância diante da mudança do foco da própria indústria e se manter de pé até os dias de hoje é um feito e tanto. Apesar de ainda figurarem na biblioteca de portáteis como GameBoy Advance e Nintendo DS, esses jogos, tão comuns na terceira geração de consoles, foram colocados um pouco para escanteio e se tornaram cada vez menos frequentes. 

A democratização na indústria de games, no entanto, cedeu espaço para o fortalecimento dos estúdios independentes. Com um orçamento muito menor do que das grandes publishers e contando muitas vezes com apoio vindo de financiamento coletivo, são as empresas indies que resgataram os jogos de plataforma 2D, no PC e consoles de mesa, tirando um pouco o vazio gerado na quinta geração e o monopólio dos portáteis.

De lá pra cá, todos os anos somos agraciados com novos títulos Metroidvanias. O engraçado é que o Nintendo Switch – por se tratar de um híbrido – concentra em um único lugar a vibe dos portáteis e dos consoles de mesa, fazendo com que essa percepção de ruptura, que citei mais acima, se torne menos intensa. De toda forma, o híbrido tem se mostrado cada vez mais ser o console perfeito para experienciar títulos dos estúdios indies. Dentre eles – é claro – os Metroidvanias. Vocês já pararam pra pensar na variedade de títulos do sugbgênero presentes no pequeno notável da Nintendo? Não? Confira o nosso texto, então!

Metroid, Super Metroid e Metroid Dread

Samus Aran voltou
A rainha nunca perde a coroa

Vamos começar pelo básico. A mãe de todo o subgênero: Metroid. Apesar da Nintendo pisar um pouco na bola ao não permitir uma “experiência Metroid” completa, importantes títulos podem ser encontrados no Switch. Quem assina o serviço online tem a disposição o primeiro Metroid (NES) e o aclamado Super Metroid (SNES). Esse último foi considerado revolucionário quando lançado, em 1994. E, para muitos, é o melhor Metroid já feito pela gigante japonesa. 

Em outubro do ano passado, os donos do Switch ainda puderam ter um reencontro com a caçadora espacial Samu Aaran, quase vinte anos depois do lançamento de sua última aventura 2D. Metroid Dread teve a melhor recepção de um jogo Metroid de todos os tempos. O título colocou a história pra frente, acalentou os corações dos órfãos da franquia (como este redator que vos escreve) e ainda apresentou a série para muitas pessoas que desconheciam os jogos de Samus.

Castlevania Advance Colletion

A contraparte que dá nome ao subgênero
Castlevania Advance Collection é uma boa pedida

A contraparte que dá nome ao subgênero também encontra representatividade no híbrido da Nintendo. Uma pena Symphony the Night não marcar presença no Switch, mas importantes títulos da franquia da Konami foram lançados. Ano passado, por exemplo, o Switch ganhou uma coletânea chamada de Castlevania Advance Collection, contendo três jogos do GameBoy Advance (Circle of the Moon, Harmony of Dissonance e Aria of Sorrow) e um do Super Nintendo (Dracula X, uma reimaginação de Rondo of Blood). O título possui uma galeria com artes conceituais, um reprodutor das melodias dos jogos presentes, um glossário contendo informação de personagens e criaturas, além de uma série de recursos que ajudam na jogabilidade, como a opção de salvar o jogo a qualquer momento. 

Kunai

Detone tudo com o robozinho com cabeça de tablet
Detone com o robozinho com cabeça de tablet

O título brinca, de forma bem humorada, com temáticas como as do livro de Isaac Asimov, “Eu, robô”. Num futuro distópico o mundo se afunda numa guerra entre robôs. Máquinas malignas, lideradas por uma inteligência artificial, desejam a todo custo exterminar o que sobrou da vida humana. Em Kunai, controlamos Tabby, um simpático robozinho com cabeça de tablet. O visual é cartunesco e possui poucas paletas de cores. Os comandos são precisos e nossas habilidades são utilizadas de forma divertida para resolver alguns puzzles. Tabby faz uso (obviamente) de Kunais, Katana, Shurikens e até mesmo uma poderosa arma de fogo. A dificuldade é bem democrática e o título pode ser visto facilmente como uma boa porta de entrada para quem quer conhecer o subgênero.

Axiom Verge

Inspirando-se em Metroid
Inspirando-se em Metroid

Axiom Verge é o esforço de uma única pessoa (Tom Happ) e busca inspiração no clássico Metroid, de 1986. Aqui controlamos Trace, um jovem cientista que, após um acidente, acorda em Sudra, um mundo alienígena e tecnológico. A semelhança com Metroid salta à vista desde os primeiros momentos seja no level design, inimigos, mapas (idêntico ao de Super Metroid) e passagens que ligam uma área à outra. O gameplay e a jogabilidade são excelentes e não se resumem apenas a emular o que foi visto nas aventuras de Samus Aran. É uma mistura de nostalgia e inovação. Ano passado tivemos ainda o lançamento de Axiom Verge 2. Em qualquer um dos dois a diversão é garantida!

MindSeize

Uma mistura de Mega Man e Metroid
Uma mistura de Mega Man e Metroid

O título é a síntese dos clássicos Mega Man e Metroid. Com uma forte pegada sci-fi, a história de MindSeize se foca no combate a uma organização criminosa que sequestra a mente das pessoas para colocá-las em corpos não biológicos. No jogo, a mente da filha do protagonista (M.C.) é sequestrada e, no processo, o nosso personagem sofre uma grave lesão na coluna que o coloca numa cadeira de rodas. Para resgatar sua filha, M.C. fará uso de um estiloso exoesqueleto (que lembra muito a armadura de Samus Aran). Os controles são simples, responsivos e podemos fazer uso de dois tipos de armas: uma de fogo e uma branca, com quatro variações cada. O visual em pixel-art e as melodias são muito bonitas e a dificuldade é progressiva. O jogo é outro excelente Metroidvania disponível para o Switch.

Vigil: The Longest Night

Horror cósmico de Lovecraft
Horror cósmico de Lovecraft

O título emula um pouco do universo de Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano que revolucionou a literatura de terror. Em Vigil: The Longest Night controlamos Leila, uma Vigilante caçadora de monstros que parece viver um pesadelo em meio a experiências macabras, que misturam ciência, religião e magia. A ambientação gótica é muito bem representada no jogo por conta do design, com um visual desenhado a mão, que faz uso de um estilo artístico conhecido como “arte chinesa do papel”. O gameplay referencia títulos como Castlevania, Salt & Sanctuary e um pouco da série Souls.

Os soulslike dos Metroidvanias

A tríade soulslike

Outros excelentes Metroidvanias que deram as caras no híbrido da Nintendo foram Hollow Knight, Death`s Gambit e Blasphemous. Os títulos se debruçam numa jogabilidade mais desafiadora, com mecânicas mais cadenciadas. Essa dificuldade um pouco mais elevada fizeram com que tais jogos fossem considerados os soulslike dos Metroidvanias. Salvo isso, os jogos possuem uma narrativa um pouco mais pesada e sombria, seja desvendando os mistérios do reino de Hallownest, sendo uma peça chave para os planos da Morte ou combatendo um mundo de devassidão religiosa. Enquanto Death`s Gambit e Blasphemous possuem um visual em pixel-art, o design de Hollow Knight é todo desenhado a mão. Ambos são imperdíveis!

A casa dos Metroidvanias

Mais Metroidvanias para ficar de olho

Sem querer me prolongar muito nesse texto, que foi idealizado mais para pontuar a boa diversidade de títulos do subgênero que o híbrido da Nintendo possui, podemos citar ainda o belíssimo Ori (seja Blind Forrest ou Will of the Wisps) e ENDER LILIES: Quietus of the Knights [leia nossa análise aqui]. O port do jogo da Microsoft é muito competente, a história é bonita, os gráficos e melodias são maravilhosos, o gameplay é ágil e conta com controles precisos. Já ENDER LILIES: Quietus of the Knights é desafiador, conta com um visual desenhado a mão incrível, uma história – apesar de batida – sutil e envolvente. 

Em suma, a variedade de Metroidvanias lançados para o Nintendo Switch é absurda (nem falei de Guacamelee!, Dex, Bloodstained: Ritual of the Night ou Record of Lodoss War-Deedlit in Wonder Labyrinth-) e outros títulos importantes que chegaram ou estão para chegar como, por exemplo, Demoniaca: Everlasting Night [nossa análise!] e Aeterna Noctis, respectivamente. Os dois terão textos em breve no site, por sinal! Independente do estilo artístico, da história e de suas mecânicas, todos os títulos aqui indicados são maravilhosos e, de uma forma ou outra, ajudaram (e ainda ajudam) a consolidar o subgênero, sendo obrigatórios para qualquer amante de videogame. E aí, qual Metroidvania você está jogando?

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