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Review | Sonic Superstars

Apesar dos problemas, Sonic Superstars é a prova de que ainda há uma estrada dentro da indústria em que o famoso mascote da Sega pode percorrer em alta velocidade.
Wendel Barbosa 26/10/2023

Desenvolvedora: Sonic Team, Arzest
Publicadora: SEGA
Data de lançamento: 17 de outubro, 2023
Preço: R$ 289,00
Formato: Digital/Físico

Análise feita no Nintendo Switch com chave fornecida gentilmente pela SEGA.

Revisão: Marcos Vinícius

Depois do maravilhoso Sonic Mania, no já distante ano de 2017, os fãs dos jogos 2D do ouriço azul não puderam se debruçar em mais nenhuma aventura original do mascote da SEGA. Mas, isso não quer dizer que a marca “Sonic” tenha sido deixada de lado. Muito pelo contrário! De lá para cá, parece que ela deu uma revitalizada, buscando cativar novos fãs, com produtos diversos como animações, filmes, shows orquestrados, coletâneas de jogos antigos e a nova aventura 3D do personagem, Sonic Frontiers.

Gostaria de frisar que, como uma pessoa que cresceu com os jogos bidimensionais de Sonic, a remodelação do personagem para sua grande aventura 3D (Sonic Adventure), no final dos anos 90, nunca clicou muito comigo. E é engraçado pensar assim, porque essas aventuras de Sonic já são mais numerosas — e talvez marcantes — do que as 2D. Para quem nasceu depois dos anos 2000, na verdade, esse é o “verdadeiro” Sonic. Mas, sentia falta do herói silencioso, simpático, baixinho e barrigudinho dos jogos antigos.

A volta às origens, nesse sentido, primeiro no game homenagem Sonic Generations e depois em Sonic Mania, foi algo de aquecer o coração dos fãs mais velhos do personagem. Principalmente, depois do pesadelo que foi Sonic 4 Episódio 1 e 2, com sua física horrorosa. De toda forma, o anúncio de Sonic Superstars, seis anos depois do resgate das clássicas aventuras do ouriço azul, parece ser um aceno de que a fórmula, mecânicas e o design original do personagem voltaram para ficar, sem deixar de lado — obviamente — tudo que já foi criado e estabelecido nas aventuras tridimensionais.

É revolucionário?

Diante do sucesso de Sonic Mania e pelos vídeos demonstrados nas apresentações de Sonic Superstars, havia uma certa expectativa em relação a quão bom seria o jogo. Ao longo dos anos a franquia, de uma forma geral, vem alternando entre erros e acertos. Para alguns, são mais erros do que acertos e isso aumenta o peso da responsabilidade sempre que um novo jogo é anunciado.

Como alguém que cresceu consumindo os consoles e jogos da Sega, me deu certo alívio perceber que a equipe de desenvolvedores da Arzest conseguiu emular um pouco da sensação – agora nostálgica – dos títulos clássicos de Sonic: as mecânicas, a física, o carisma, a lore, estão todas lá. 

Sonic Superstars não é nem de longe revolucionário e, para não ser injusto, nunca prometeu ser. Dentro de sua proposta mais pés no chão, trouxe novos personagens e ousou apresentar novas habilidades para Sonic e sua turma, ressignificando o papel das Esmeraldas do Caos, dentro da história. Inicialmente, podemos optar por escolher entre Sonic, Tails, Amy e Knuckles.

Ao longo das onze fases presentes, cada um terá o seu momento de brilhar, com atos que só podem ser jogados com um personagem em específico. Porém, os três coadjuvantes funcionam como espécie de modo fácil, já que suas habilidades individuais permitem ao jogador “quebrar” os desafios das fases, superando-as com muita tranquilidade.  

Modos de jogo

Importante frisar que não há um multiplayer online para curtir o modo História com outros jogadores ao redor do mundo, infelizmente. Toda a aventura só pode ser apreciada localmente, podendo outros três amigos se juntarem a você na luta contra o Dr. Eggman Robotnik.

No entanto, a equipe de desenvolvimento inseriu no jogo o não tão divertido modo Batalha, que nos permite desafiar outros adversários online. Esse modo destoa muito de todo o jogo. São lutas estranhas, ao estilo Super Smash Bros. (só que ruim), com um ou outro objetivo a mais, onde controlamos um mecha customizável. Tal customização pode ser feita numa loja que existe dentro do jogo, às custas de medalhões dourados encontrados nos cenários ou nos estágios bônus. 

Essa, no entanto, é a única função desses medalhões. Um desperdício de ideia, na minha opinião. Se eles servissem para abrir artes conceituais, novos papéis de parede, itens cosméticos para Sonic e sua turma ou qualquer outro colecionável, seria muito mais divertido coletá-los, prolongando ainda mais o nosso contato com o título.

Se você não se interessar tanto pelo esquecível Modo Batalha e a customização dos mechas, o que te motivará a correr atrás dos medalhões? Além desses dois modos que citei, há também um de corrida contra o tempo e terminando a campanha, um personagem e um novo modo de jogo (que aumenta bastante a dificuldade) são adicionados.   

Os poderes das esmeraldas

As sete esmeraldas, como mencionei anteriormente, sofreram uma leve ressignificação, em Sonic Superstars. Agora cada uma delas confere aos personagens poderes diversos que podem ser ativados de forma sazonal durante as fases.

São habilidades muito úteis para passar de pontos complicados nos cenários ou que nos ajudam na montagem de uma boa estratégia para derrotar os chefões. Em alguns trechos das fases, o jogo indica que certas habilidades podem ser utilizadas naquele momento, desde que você já a possua, bastando ao jogador apertar o botão de ativação do poder.

Arrisco dizer que, de todas as aventuras 2D de Sonic, a inédita fase bônus que nos confere uma Esmeralda do Caos, é de longe a mais fácil de todas. Acredito que ela foi pensada para que todos consigam desfrutar, de forma tranquila, das novas habilidades e do poder do Super Sonic. Porém, só conseguimos pegar uma esmeralda por fase. Isso quer dizer que só a partir da sétima fase é que poderemos desfrutar de todos os novos poderes de Sonic e sua turma.

Após adquirir a esmeralda da fase, o objetivo do estágio bônus muda: a premiação passa a ser um medalhão dourado e nada mais, como nas fases bônus dos postes de check point.

Nem tudo são flores

Em linhas gerais, Sonic Superstars roda muito bem no Nintendo Switch e a ausência de alguns efeitos (como o blur) – presentes nos demais consoles – deixam o jogo bem agradável visualmente, apesar da presença de alguns serrilhados. Na tela que transaciona as fases bônus há um pouco de engasgo e a utilização de certos poderes da esmeralda, como o que convoca vários clones, fazem o framerate cair. Mas, nada se compara a queda de frame de quando utilizamos o poder do Super Sonic. 

A velocidade do personagem, simplesmente, quebra o jogo, pois a movimentação da tela não consegue acompanhar o personagem que, para compensar, “dropa” frame ou acaba gerando alguns bugs estranhos. Em um que presenciei, o personagem esqueceu que estava em Superstars, pensou que estava em Sonic Spinball e não parava de pular, me forçando a reiniciar a fase. A Arzest precisa (e acredito que vá) corrigir os problemas de ordem técnica num patch futuro.

Salvo os bugs há uma inconsistência em relação ao level design nos últimos momentos do jogo, que aumenta a sensação de dificuldade. Como se a harmonia que existia entre os pontos de velocidade e plataforma tivesse sido deixada de lado. As melodias não são tão inspiradas e alguns cenários — apesar de bonitos e (quase todos) divertidos — dão certa sensação de déjà vu, pois parecem ser apenas uma reimaginação do que vimos em outros títulos da franquia (Floresta, selva, cassino etc). Tudo isso estraga a experiência? Não! Mas, é bom deixar claro que nem tudo aqui são flores. 

Um misto de sensações

Sonic Superstars me trouxe um misto de sensações. Uma dose de frustração, é verdade, com os problemas que apontei até aqui, mas feliz pela nostalgia que ele me proporcionou. Feliz por ver que a Arzest conseguiu acertar, principalmente no que tange a identidade de um jogo 2D do ouriço azul.

Feliz por ver que ainda há espaço para títulos mais contidos do personagem, sem a megalomania vista em jogos como Frontiers. E acima de tudo, estou esperançoso, pois Superstars é a prova de que ainda há uma estrada dentro da indústria de jogos eletrônicos em que o famoso (e clássico) mascote da Sega pode percorrer em alta velocidade.

Prós:

  • Novas habilidades para Sonic e sua turma;
  • Controles e mecânicas clássicas dos jogos 2D;
  • Batalhas contra os chefes divertidas;
  • Belos visuais.

Contras:

  • Modo batalha;
  • Subutilização dos medalhões dourados;
  • Quedas de framerate;
  • Inconsistência no level design das fases mais para o final;
  • Melodias pouco inspiradas.

Nota final:

 7,5

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Professor de História e entusiasta de joguinhos eletrônicos desde 1984.
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Tags: plataforma review Sonic

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