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Review | Ys vs. Trails in the Sky: Alternative Saga

Vinicius Madeira 20/10/2025

Desenvolvedora:
Publicadora:
Lançamento:
Preço:
Formato:

Gênero:
Plataformas:

Nihom Falcom
refint/games
10 de outubro, 2025
R$ 102,50
Digital
Luta
Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, PC

Desenvolvedora: Nihom Falcom
Publicadora: refint/games
Gênero: Luta
Data de lançamento: 10 de outubro, 2025
Preço: R$ 102,50
Formato: Digital
Plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, PC

Análise feita no Nintendo Switch com cópia fornecida gentilmente pela refint/games.

Revisão: Manuela Feitosa

Se você está no meio de comunidades que comentam sobre RPGs, japoneses em específico, você provavelmente já deve ter ouvido falar de uma empresa pouco conhecida, que fez alguns jogos que ninguém liga e que insiste em continuar de pé, mesmo após décadas: a Nihon Falcom! É claro que estou sendo irônico, afinal, não só eu não odeio a Falcom como também acho difícil chamar ela de pouco conhecida, ainda que seus jogos não saiam tanto da bolha esperada.

Mas voltando a essas comunidades, quando você fizer a pergunta “qual a maior franquia da Falcom?”, muitos responderão Ys, enquanto outros responderão Trails; e em um nível pessoal, apesar de minhas preferências por Trails superarem minhas experiências com Ys, eu não nego que Ys é mais importante e relevante para a Falcom. Tendo dito isso, a empresa notou que tinha dois grandes JRPGs em mãos, e em 2010 resolveu fazer algo que algumas pessoas provavelmente pediam…

—Um crossover oficial de Ys e Trails in the Sky!

Agora que o Switch é lar de não só alguns dos melhores jogos da franquia Ys (alguns dos quais eu tive a chance de jogar e me apaixonar, como The Oath in Felghana) como também está cada vez mais presente com franquias como Trails, por que não analisamos o relançamento do jogo de luta em arena, Ys vs. Trails in the Sky: Alternative Saga, onde vemos como ele acerta como jogo e relançamento, além de analisarmos algumas falhas do jogo como um todo?

E falando em falhas, só gostaria de começar a review com o fato que, sim, é um jogo da Falcom no Switch, e eu já percebi isso quando o jogo crashou umas duas vezes e me levou para a tela inicial – algo que não aconteceu com tanta frequência, mas achei engraçado ao ponto de querer incluir na introdução.

Leia também:

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Mais um isekai: Xanadu Edition

Apesar de ser um jogo de luta, Ys vs. Trails é um crossover de duas franquias com enormes worldbuildings, então não é surpresa que os desenvolvedores tentariam colocar um motivo para esses mundos se colidirem, e que forma melhor de fazer isso do que dois “clichês”: um mundo paralelo e fazer os personagens de diferentes mundos se enfrentarem em situações desconhecidas.

Repare que, quando aponto esses clichês não é uma forma de diminuí-los (até porque este jogo saiu há literalmente quinze anos), mas sim apontar que a história do jogo é simples: os heróis dos mundos de Ys e Zemuria, o continente de Trails, são chamados para o mundo de Xanadu para encarar uma ameaça maior, o dragão maligno Galsis. Porém, o mecanismo que Lappy, o Pom que invoca os heróis usa, é distorcido por Galsis e alguns dos heróis invocados possuem sua realidade alterada para fazer acreditar que Galsis é o justo na história, o que leva ao confronto com os personagens que usamos.

O jogo possui um modo história próprio onde podemos acompanhar a narrativa por cinco personagens diferentes, cada um com uma história separada e que pode ser jogada em diferentes saves. Os personagens com um modo história dedicado são:

  • Adol Christin;
  • Estelle Bright;
  • Geis;
  • Kloe Rinz;
  • Tita Russell.

Vale apontar que, apesar de terem suas diferenças, especialmente na forma que cada personagem tem o seu epílogo próprio, o modo história de todo mundo é essencialmente o mesmo, apenas mudando quem Lappy consegue invocar de forma que Galsis não tenha a sua influência primária. Durante a história o jogador também poderá adicionar personagens diversos em seu elenco de suporte a afins, também havendo momentos onde será necessário mais um personagem para lutas de 2v2.

Como um adendo especial: se vocês não repararam, o jogo se passar em Xanadu é só um vislumbre pequeno de que, apesar do jogo ser Ys vs. Trails e se manter assim durante a gameplay central, ele faz pequenos acenos a outros jogos da Falcom, incluindo clássicos como Xanadu e até The Legend of Heroes, a franquia que Trails originalmente se derivou, antes de virar um monstro de uma IP própria.

Arenas de nossas memórias

Em termos de gameplay, Ys vs. Trails in the Sky: Alternative Saga é um jogo de luta 3D baseado em arenas e com uma gameplay simplificada. Se vocês quiserem uma comparação mais justa, pensem em Power Stone, adicionem a premissa de Super Smash Bros. e por fim, algumas inspirações de Dissidia Final Fantasy, e voilá: vocês têm um jogo que brinca de malabarismo com essas ideias!

As arenas em que o jogo se passa durante as lutas são locais puxados diretamente de Ys ou Trails, porém recriados na engine gráfica e sistema de combate de Ys Seven para criar uma ambientação completamente tridimensional e adicionar algumas coisas como um sistema de objetos quebráveis que dão itens, buffs e outros bônus, além de serem uma ótima forma de evitar ataques inimigos. De início pode parecer um tanto exagerado ter esses itens espalhados por um mapa, mas o jogo consegue balancear isso perfeitamente, especialmente em termos de bônus de seu SP, o equivalente a pontos de magia do jogo.

Durante o jogo, e através de desbloqueios ao longo do progresso, você consegue mais arenas baseadas em Ys e Trails, além de outras coisas legais do crossover, como artworks próprias, músicas que podem ser usadas em luta, algumas melhorias para os personagens, etc.

Hype Moments & Aura

Agora que falamos de diversos aspectos do jogo que não são a gameplay central, por que não aprofundar um pouco no combate do jogo? Quando fiz a comparação com Super Smash Bros. mais cedo eu não me referia apenas ao aspecto crossover do jogo, mas no fato de que é um jogo de luta um tanto casual que não é tão difícil de entender, mas que pode ser usado de forma mais complexa do que inicialmente.

O jogo usa os 4 botões principais do controle para coisas básicas: atacar, defender, pular e esquivar, com ataques carregados fazendo inimigos darem SP a quem os acertou e esquiva consumindo stamina, uma barra quase imperceptível no meio de toda a ação. Mas além disso, os 4 botões servem para darem golpes especiais que consomem SP, mas que precisam de um botão de combo para iniciá-los.

Sim, eu fiz esse tópico unicamente baseado nesse momento que tive durante uma luta do Arcade Mode da Estelle.

Vocês podem ver no exemplo acima como é uma gameplay média de quem utiliza diversos ataques especiais em combos.

Mas acima de tudo, o jogo é uma demonstração do quão frenético e estiloso são os métodos de combate dos mundos de Ys e Trails, com algumas lutas em específico sendo emocionantes pois a qualquer instante você pode levar um golpe que acaba encerrando a sua partida, ou acertando um golpe que marca a sua vitória, mesmo com a derrota sendo uma probabilidade alta dado o seu HP baixo.

“Como assim é um RPG?”

Um conhecido meu uma vez quis falar sobre esse jogo sem nunca tê-lo jogado e o chamou de RPG por ter visto uma IA comentando sobre. Ele deletou os comentários e parou de falar tanto da Falcom, mas após ter jogado o jogo pessoalmente, não acho que a IA estava tão errada assim, não (mas relaxem, caros curtidores, eu nunca usaria IA para nada nos meus textos, nem pesquisar o gênero de um jogo).

A Falcom sabia que unir suas franquias centrais de RPG não seria correto sem adicionar elementos de RPG, e é por isso que o jogo apresenta aspectos como:

  • Melhorias de equipamentos;
  • Sistema de HP, Magia (SP) e Stamina;
  • Nivelamento de personagens, itens e armamentos.

Se isso fosse limitado apenas ao modo história, eu não ficaria tão bolado, no entanto, o jogo exige que você engaje com os sistemas de RPG dele para que todos os personagens tenham suas habilidades disponíveis, o que é péssimo quando você só quer tentar o Free Mode ou Arcade Mode do jogo originalmente — não que o jogo deixe, pois as vezes, o Free Mode pode acabar crashando no Switch, mas não sei identificar o porquê.

Quando tive a chance de jogar com o meu amigo Ivanir, notamos que as batalhas podem sim ser modificadas para incluir coisas como um nivelamento fixo, mas isso vem com outros problemas, como não recompensar o jogador com dinheiro e experiência para o personagem em questão, além do fato de o personagem não ter o equipamento decente, então personagens do mesmo nível ainda podem estar em vantagem ou desvantagem baseado no seu equipamento ou número de magias disponíveis.

É uma crítica boba e que não afeta a experiência do jogo em si, mas ainda assim pode ser um pouco frustrante se você acaba pegando o jogo esperando um arena-fighting game mais tradicional até se deparar com isso.

Uma experiência Nihon Falcom

Para resumir, as minhas experiências com Ys vs. Trails in the Sky: Alternative Saga foram positivas ao todo, com um aspecto de crossover que poderá agradar tanto os fãs de Trails como eu, quanto os fãs de Ys, apresentando uma boa dose de fanservice e respeito às obras da Nihon Falcom; apesar dos aspectos RPG poderem afastar possíveis fãs que queriam um jogo de luta ou um RPG próprio, se você só quer buscar uma experiência frenética boa, o jogo entrega justamente isso.

Mas é claro, se vocês quiserem só um pouco de Trails ou Ys clássicos, podem fazer que nem eu, que peguei ambos Ys Memoire: The Oath in Felghana e Trails in the Sky 1st Chapter esse ano…

Olivier Lanhein continua sendo o melhor personagem de toda a franquia Trails.
You can’t change my mind.

Eu prometo que ainda vou terminar The Oath in Felghana, Marcos.

Prós:

  • Um belo crossover que homenageia os mundos de Ys, Trails e outras IPs da Falcom;
  • Gameplay loop genuinamente divertido, com uma ação frenética;
  • Um relançamento que permite que pessoas do mundo todo possam jogar esse arena-fighting game.

Contras:

  • Jogo da Falcom no Nintendo Switch;
  • Um desbalanceamento considerável, dado as mecânicas de RPG.

Nota

8

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Vinicius Madeira
Vinicius Madeira
Estudante de jornalismo com uma paixão enorme pela cultura do Japão e os jogos, em especial, os RPGs que o povo de lá produz. Sou redator e minhas Franquias favoritas incluem gigantes como Xenoblade Chronicles, Zelda e Mega Man.
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